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A trágica previsão para o Brasil na Copa, segundo economistas do Goldman

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A trágica previsão para o Brasil na Copa, segundo economistas do Goldman
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À medida que a Copa do Mundo 2026 se aproxima, os torcedores brasileiros estão ansiosos para saber como será o desempenho da seleção canarinho. Acreditando que o prognóstico não será dos mais positivos, economistas do Goldman Sachs elaboraram um modelo estatístico que projeta uma possível derrota da seleção brasileira na competição.

Às vésperas do início da Copa do Mundo 2026, em 11 de junho, os torcedores brasileiros estão em estado de expectativa para saber como será o desempenho da seleção canarinho. Entretanto, para economistas do Goldman Sachs, a situação não é tão otimista. A partir de uma análise que combina dados históricos de jogos, classificações, talentos e fatores geográficos, o modelo estatístico, divulgado na última sexta-feira, 29, projeta duas semifinais: uma entre França e Espanha, e outra entre Brasil e Argentina.

A seleção brasileira cairia para a Albiceleste, que por sua vez perderia para a Espanha na grande final, em Nova York, em 19 de julho. Essa previsão, feita pelos economistas liderados por Jan Hatzius, é baseada no padrão histórico de que a Copa do Mundo quase sempre volta para a Europa depois de ser vencida por uma equipe sul-americana.

O modelo estatístico do Goldman apontou 26% de probabilidade de vitória da Espanha, campeã mundial em 2010. As chances são reforçadas pelo “talento ofensivo”, segundo a equipe do Goldman. Continuando com a previsão, a França teria 19% de probabilidade de se tornar tricampeã, enquanto a Argentina aparece com 14% de chance de ser a primeira bicampeã consecutiva desde o Brasil em 1962. O Brasil teria 8%, e equipes como a Inglaterra e a Holanda estariam em torno de 5%.

Além disso, o modelo estatístico do Goldman ainda projeta que o Brasil perderia para a Argentina na outra semifinal, reforçando que a seleção brasileira não teria chance de conquistar a Copa do Mundo 2026.

É importante destacar que o modelos estatísticos são apenas uma das ferramentas para prever os rumos da competição e que a realidade pode divergir significativamente. Joachim Klement, economista alemão, prevê que a Holanda levaria a melhor em uma final contra Portugal e que o Brasil nem mesmo chegará à semifinal, perdendo para o Japão logo na segunda fase da competição, o que seria uma das maiores zebras da história da Copa do Mundo.

Em resumo, a previsão dos economistas do Goldman Sachs aponta para uma possível derrota da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. No entanto, é preciso levar em conta que os modelos estatísticos podem divergir da realidade e que a competição ainda é muito longe. O que podemos esperar do nosso time e como isso afetará os torcedores brasileiros? Só o tempo dirá.